Ego-consciência
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Veja: Consciência

É o Eu Consciente externo. Ele memoriza, aprende, coleta o conhecimento, repete, copia. Está equipado para lembrar, separar, selecionar, escolher, mover-se numa determinada direção para dentro ou para fora. Não é sua função sentir e experimentar de modo profundo, conhecer profundamente o que significa ser criativo. Se o sentido de Eu de uma pessoa estiver exclusivamente ligado ao ego, maior será o medo da morte e da vida.

O Ego está exclusivamente adaptado ao nível da dualidade e, ao ficar retido nela, a pessoa desenvolve ansiedade e medo do prazer. Quando ele se fortalece pelo uso adequado, dentro da sua limitação, ele se rende ao processo criativo, aos sentimentos, às qualidades desconhecidas da própria vida.

De um lado, é preciso que o ego se esforce ao máximo para ver, compreender, procurar profundamente o significado do que vive, e vencer a resistência. De outro lado, precisa se render ao movimento interior.

A sabedoria mais elevada, a verdade e os profundos sentimentos de amor do eu divino poderão se firmar apenas quando o ego estiver preparado para recebê-los. Isso significa uma atitude de espera, recepção, tranquilidade e, uma vez que o divino vai se desenvolvendo por meio de novas ideias, novos sentimentos, novas profundidades de experiência, o ego será educado, influenciado, impregnado pela manifestação do divino.

Esses movimentos do ego, de atividade no primeiro caso e de receptividade no segundo, não são contraditórios, mas interdependentes.

Palestras: 158, 163, 218

158: A COOPERAÇÃO OU OBSTRUÇÃO DO EGO AO EU REAL
163: ATIVIDADE MENTAL E RECEPTIVIDADE MENTAL
218: O PROCESSO EVOLUTIVO

ABC

Sentença do Guia “Enquanto você simplesmente desejar a sua própria felicidade, portanto não for um elo na corrente, o ego é de fato o centro, mesmo que você não tenha consciência disso.” P.004